Provavelmente você já deve ter ouvido falar da conciliação bancária. Porém, pode ser que não saiba como e quando fazê-la. Não se preocupe com isso, você não está sozinho neste barco. Muitos administradores (ou gestores) ainda não incluíram essa prática tão importante nas suas empresas/setores.

Em época de instabilidade financeira, usar a conciliação bancária é imprescindível para qualquer negócio. É por meio dela que você pode realizar um planejamento orçamentário mais eficiente.

Saiba, neste post, o que é, como implantá-la e, por fim, suas vantagens. Continue a leitura!

O que é conciliação bancária?

Todas as empresas efetuam transações financeiras diariamente, como:

  • recebimentos;
  • pagamentos;
  • investimentos;
  • transferências etc.

Conforme o volume dessas operações, na maioria das vezes, os saldos bancários apresentados pela contabilidade da empresa podem não demonstrar com clareza a realidade financeira naquele momento.

Nesse contexto, a conciliação bancária compara e ajusta os extratos bancários à contabilidade interna da empresa, com o objetivo de igualar os registros contábeis aos valores disponíveis nas contas bancárias da companhia.

Por que ela é importante?

Porque é uma ação fundamental para qualquer empreendimento. Por meio dela, você pode realizar conferências de entradas referentes às vendas com cartões ou boletos bancários, por exemplo. Isso é, as empresas que lidam diretamente com o comércio precisam fazer a conciliação bancária para verificar se há algum erro e, assim, evitar retrabalhos e discordância financeira.

O controle pode ser feito de forma semanal, mensal, semestral ou anual, dependendo do perfil e das obrigações da empresa.

Como implantar a conciliação bancária?

Fazê-la não é difícil, mas é aconselhável agilizar esse processo com o auxílio de um software específico para a gestão financeira. De qualquer modo, contando com as ferramentas apropriadas, você deve seguir 4 etapas para coordenar essa atividade com competência. São elas:

Prestação de contas

Anote diariamente todas as transações bancárias (entradas e saídas), não esquecendo das tarifas e juros. Essa prestação de contas deve ser realizada de maneira ordenada e precisa, para que você não prejudique as análises futuras.

Conferência dos saldos

Mesmo que seja algo exaustivo, é essencial checar os saldos. Dessa maneira, procure conferir se os valores finais e iniciais do controle interno são compatíveis com os extratos bancários. Dica: faça isso diariamente, para não acumular as conferências.

Verificação dos detalhes

Verifique todos os detalhes, inclusive os relevantes e confira se todas as datas batem com as registradas no controle da gestão interna, para que, dessa forma, você diminua a incidência de multas por atraso, por exemplo.

Correção e armazenamento

Por fim, qualquer diferença nos dados arquivados no controle interno e existentes nas contas do banco devem ser retificados no mesmo instante em que forem encontrados. Além disso, guarde todos comprovantes de pagamentos, extratos e notas fiscais de forma organizada, a fim de facilitar a consulta a esses materiais.

Quais as vantagens de utilizar a conciliação bancária?

Além da redução de erros e fraudes, a conciliação bancária dá suporte ao fluxo de caixa, pois informa os saldos bancários referentes aos equivalentes de caixa. Além disso, quando feita correta e periodicamente, permite saber os valores disponíveis para as necessidades do seu negócio.

Ela também pode ser vinculada ao planejamento e orçamento organizacional, proporcionando análises de tendências para o futuro financeiro da sua marca. 

Com as informações mostradas ao longo deste post, esperamos que você tenha entendido melhor a conciliação bancária e sua importância para o ramo empresarial. Portanto, não perca tempo e comece já a utilizá-la na sua empresa.

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